Mesmo que não percebamos, constantemente somos influenciados pelos nossos sentidos. Quando tato, visão, audição, olfato e paladar são estimulados positivamente, a sensação sempre é muito agradável.
Atualmente o marketing sensorial é um tema recorrente, e também em como agradar o cliente por meio dos estímulos aos sentidos, porém ainda é raro encontrar um negócio ou marca que consiga trabalhar alguns desses sentido, com a audição, de maneira satisfatória.
Assim, é recorrente a dúvida sobre como encontrar/determinar a música que agrade o público e isso acaba fazendo com que a decisão recaia sobre o gosto do dono do estabelecimento ou do gestor da loja, o que, de fato, é um erro grave.
Como o som pode influenciar a compra?

Percebam que quando entramos em um lugar agradável, nem sempre conseguimos identificar o que tem ali que nos faz bem. A combinação de som, cheiro, tato e visual tem muito a ver com isso.
Focando especificamente o som, este atuará no ambiente da loja deixando-o mais agradável e mais satisfatório ao público. Quanto mais as pessoas se sentirem à vontade nesse local, mais inclinadas à compra elas ficarão e, ainda por cima, irão querer voltar para experimentar aquela sensação outra vez. Ou melhor ainda, poderão se recordar dessa sensação agradável ao escutar a mesma música em outro lugar, mas a pessoa poderá se meter a primeira loja que escutou.
Como determinar a música ideal?
Não é qualquer música que irá deixar os clientes satisfeitos com o ambiente. Não devemos, também, confiar cegamente em nosso gosto pessoal ou no gosto das pessoas que trabalham conosco. O ideal é encontrar a música que tem a ver com a identidade do negócio, ou melhor dizendo, que seja a cara do público desta marca.
Para entender melhor o que está sendo dito neste post é preciso que fechemos os olhos e tentarmos entender o clima que a loja deve transmitir: procurar entender se o público é maduro e mais calmo ou mesmo se é jovem e descolado. Desse modo, conseguimos construir uma imagem muito bem definida de quem é o público, o que ele faz no dia a dia e quais são seus hobbies.
Para facilitar esse processo é possível criar uma pesquisa e pedir para que os clientes respondam, sobretudo aqueles que já foram fidelizados. Entre as perguntas, podemos indagar que tipo de artistas os clientes acompanham em suas redes sociais e quais são as suas maiores inspirações.
Som alto ou som baixo?

Isso depende muito. Tem pessoas que costumam se dar bem com som alto, enquanto outras preferem música baixa. O que vai orientar o volume do som de um estabelecimento é também a preferência do público: se for um comércio voltado para o público jovem, podemos experimentar o som mais alto, já que essa faixa de idade costuma estar acostumada a ir à festas e baladas, onde o som é bastante alto.
Já o público mais adulto, por sua vez, costuma preferir ambientes mais calmos e tranquilos e a música baixa combina mais com essa ideia. Mas isso também não é regra fechada. O segredo é sempre entender o público e adotar as suas preferências.
Vale lembrar que mesmo que a decisão seja pela música alta, não podemos esquecer de que é importante que os cliente possam ouvir os vendedores sem que precisem gritar. Além disso, os vendedores também precisam ficar confortáveis no ambiente de trabalho deles e a música alta demais, o tempo todo, pode vir ser um incômodo. Assim ao invés de criar um ambiente agradável estaremos criando algo bem estressante a todos.
Existe empresa especializada em música para lojas?
Será que existe uma empresa que pense em tudo isso? Sim! A Rádio Esfera é especialista em Music Branding, possuindo um player exclusivo e único no mercado, o Esfera Player, turbinado com uma inteligência artificial que funciona com um DJ Virtual, o Esfera AI. Além de contar um uma vasta experiência no setor, com diversos cases de sucesso oferecendo um serviço diferenciado de rádio indoor. Entre em contato e saiba mais.