Hoje é dia do Rock, bebê!

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13 de julho – Dia Mundial do Rock. É uma data que mexe com qualquer roqueiro no Brasil: é dia de colocar aquele solo de guitarra no volume máximo e curtir os clássicos. Gênero que consagrou artistas atemporais e abriu caminho para muitas historias e reviravoltas no universo da música.

Nesse dia é celebrado o rock, um dsex toys for women cheap lace front wigs buffalo bills apparel nike air max womens sale buffalo bills apparel sex toys for couples nfl custom jersey best sex toys for women nike air jordan 1 mid custom hoodies cheap wig outlet new nike air max jordan store jordan 1 cheap custom designs s estilos musicais mais famosos da história, que surgiu na virada da década de 1940 para a de 1950 e misturou elementos do rhythm and blues, jazz e country and western, estilos muito populares nos Estados Unidos na época. Aqui no Brasil, o estilo também fez muito sucesso e popularizou dezenas de bandas e cantores.

O dia 13 de julho é conhecido em nosso país como o Dia Mundial do Rock, uma data separada para comemorar esse que é um dos estilos musicais mais conhecidos do mundo e que foi muito popular entre as décadas de 1950 e 1980. Apesar do termo “Mundial”, essa data comemorativa não é internacional. Ou seja, é uma celebração exclusivamente brasileira. Fora do Brasil não existe uma data significativa que celebre o rock, e a que existe aqui foi uma criação publicitária realizada na passagem da década de 1980 para a década de 1990.

Os idealizadores da celebração queriam homenagear esse estilo musical tão famoso e que possui tanta história. Além do estilo, homenageia-se também os músicos que dedicaram (e dedicam) suas vidas ao rock. Na época em que essa comemoração começou a ser propagandeada, o rock era um dos principais estilos musicais no Brasil, e fala-se que os responsáveis pela divulgação dessa data foram duas rádios.

As duas rádios eram de São Paulo — a 89 FM e a 97 FM. Ambas eram especializadas em rock, e o objetivo dos criadores da data era ampliar a divulgação desse estilo para conquistar mais fãs. De lá pra cá, o rock continuou perdendo espaço na mídia, e hoje não é muito comum vermos grandes bandas de rock na TV brasileira, por exemplo.

De toda forma, a data popularizou-se, e anualmente é comum que alguns canais de comunicação dediquem alguma atenção a ela com eventos sendo realizados em bares e casas noturnas.

Porque o dia 13 de julho

No dia 13 de julho de 1985 aconteceu o Live Aid, realizado principalmente em Londres e na Filadélfia (apesar de contar com alguns shows na Austrália, na Rússia e no Japão também). Foi um festival histórico, idealizado para arrecadar doações para famílias pobres na Etiópia. A produção contou com uma das maiores transmissões em larga escala por satélite e televisão de todos os tempos, resultando em mais de 1,5 bilhão de espectadores.

A Etiópia vivia o mais grave episódio de fome de todo o século XX. Entre 1983 e 1985, cerca de 1,2 milhão de pessoas morreram na tragédia, causada por uma severa ausência de chuvas, o que dizimou colheitas inteiras, e longos anos de conflitos violentos entre grupos rebeldes e o governo do ditador Mengitsu Haile Mariam, o que deu margem a uma série de abusos de direitos humanos. Quase meio milhão de etíopes deixaram o país nesse período, e algo em torno de 200 mil crianças ficaram órfãs, segundo estimativas internacionais.

No dia 23 de outubro de 1984, a emissora britânica BBC exibiu um documentário sobre a crise no país africano. Além de mostrar imagens de multidões de etíopes famintos pedindo ajuda a organismos humanitários, o programa deu destaque à enfermeira anglo-suíça Claire Bertschinger, de 32 anos, que trabalhava para a Cruz Vermelha e tinha a dura tarefa de decidir quais crianças receberiam ajuda alimentar, entre as muitas outras doentes demais para serem salvas.

O documentário levou milhares de espectadores a doar dinheiro para agências humanitárias. Sentado diante da TV em sua casa, o cantor irlandês Bob Geldof, cuja carreira se encontrava estagnada, também ficou chocado com as cenas de miséria. Líder de uma banda decadente chamada Boomtown Rats, ele ligou para o músico escocês Midge Ure, e os dois escreveram a canção beneficente “Do they know its christmas?” (“Eles sabem que é Natal?”), que, lançada em dezembro de 1984, ficou seis semanas no topo das paradas no Reino Unido.

Era o início de uma empreitada muito maior. Nos meses seguintes, Geldof se uniu a figuras como o cantor e produtor Boy George, da banda Culture Club, e ao empresário Bill Graham para fazer o festival Live Aid, com o objetivo de conscientizar o mundo sobre a crise na Etiópia e levantar recursos para amenizar o sofrimento do país. Realizado em 13 de julho de 1985, com shows no estádio Wembley, em Londres, Reino Unido, e no estádio John F. Kennedy, na Filadélfia, Estados Unidos. Portanto o evento é o motivo pelo qual o 13 de julho se tornou o Dia Mundial do Rock.

Uma lista impressionante dos nomes mais relevantes para a música pop naquela época participaram do projeto. As bandas Queen, The Who, Black Sabbath, Run DMC, Dire Straits, U2 e várias outras integraram o line up, que incluía também astros como Bob Dylan, Joan Baez, David Bowie, Paul Mccartney, Madonna, Sade, Elton John, Mick jagger e Eric Clapton. Aquela foi a primeira apresentação do antológico grupo Led Zeppelin desde 1980, quando o baterista John Bonham morreu.

Os planos para o Live Aid sempre foram ambiciosos, mas a ideia inicial era realizar um grande show na arena de Wembley. Porém, quando o projeto começou a decolar, Geldof e os outros produtores receberam tantos telefonemas de artistas gigantes querendo participar que eles decidiram promover o festival em Londres e na Filadélfia, simultaneamente, com transmissão ao vivo para o mundo todo. Foram mais de 16 horas de concerto, com audiência estimada em 2 bilhões de pessoas de 38 países.

O Queen ficou 20 minutos no palco, mas a apresentação foi considerada o maior show de rock da História numa eleição entre artistas e executivos da indústria fonográfica, em 2005. Entre as seis músicas de seu set, estavam os hits “Bohemiam Rapsody“, “We will rock you” e “We are the champions“. O lendário vocalista Freddie Mercury foi a estrela da performance, liderando o público durante os refrães.

Phil Collins se apresentou no estádio Wembley, em Londres, embarcou num voo do avião supersônico Concorde e apareceu no estádio John F. Kennedy para tocar bateria com o Led Zeppelin. Maddona, que subiu ao palco em meio a uma polêmica gerada por fotos dela sem roupas feitas antes da fama, usou o espaço para desabafar: “Não vou tirar merda nenhuma hoje!”. Quando uma corda da guitarra de Bob Dylan se arrebentou, Ronnie Wood, dos Rolling Stones, emprestou a sua para ele e ficou tocando “air guitar” para euforia do público.

A Live Aid arrecadou cerca de US$ 125 milhões em doações, mas o projeto não ficou imune a ressalvas. Diferentes jornalistas avaliaram os shows como entediantes, e alguns deles criticaram a ausência de artistas africanos nos palcos.

Além disso, houve muitos questionamentos em relação à forma como os recursos foram destinados à Etiópia. Em vez de recorrer a grupos humanitários que atuavam no país, os organizadores estavam lidando diretamente com Mengitsu Haile Mariam. Organizações como o Médicos Sem Fronteiras chegaram a advertir que o ditador poderia desviar parte dos recursos para comprar armas a serem usadas contra rebeldes, o que agravaria ainda mais a situação local.

O Dia Mundial do Rock no Brasil

Por volta de 1987, dois anos depois do festival, a data começou a ser celebrada principalmente por rádios brasileiras. O curioso é que a gente chama de “dia mundial”, mas a data é mais comemorada no nosso país!

Nos Estados Unidos, por exemplo, a data considerada é 9 de julho, dia em que estreou o programa American Bandstand, que ajudou a popularizar o gênero entre as décadas de 50 e 80.

Por ser um momento tão inesquecível (Live Aid) para a música, o próprio Phil Collins, em certo ponto, sugeriu que aquele devia ser considerado o dia global do rock.

Segundo Kid Vinil, radialista incentivador do gênero no Brasil, ninguém lá fora levou a sério a ideia de Phil Collins. Foram duas rádios paulistanas — a 89 FM e 97 FM — que ficaram tão impressionadas com o tamanho do evento que resolveram adotar a sugestão do músico.

Daí pra frente, a data foi cravada entre os fãs. Portanto, a parte do dia global, mundial ou internacional, fica por conta do Phil Collins.

Origem do rock

Hoje o rock não é necessariamente o estilo musical mais popular do planeta, mas, ainda assim, possui milhões de fãs por todo o mundo, e isso não é diferente no Brasil. No momento, nenhum dos grandes hits musicais em nosso país são desse estilo, mas existem milhões de fãs de rock no Brasil, e nosso país possui bandas desse estilo que são conhecidas até internacionalmente.

Esse estilo musical surgiu na passagem da década de 1940 para a década de 1950 nos Estados Unidos. O rock veio, principalmente, da influência da cultura afro-americana, que, na época, dominava o cenário musical dos Estados Unidos com o jazz e o rhythm and blues. O country and western, muito popular entre a população branca, também contribuiu para o surgimento do rock.

Muitos especialistas consideram Rocket 88, canção composta por Ike Turner e Jackie Brenston e gravada em março de 1951, como a primeira composição legitimamente rock ‘n roll da história. Outros, no entanto, preferem não apontar um marco assim sob a alegação de que é impossível falar-se de um início claro da criação do rock porque ele não surgiu por um processo evolutivo linear.

Essa música de Ike Turner e Jackie Brenston é, ainda assim, considerada um marco por conta de sua composição musical, que possui características que permitiram os especialistas classificarem-na como uma canção de rock. Outra composição de grande impacto na história do rock foi Rock around the clock, composta por Bill Haley & His Comets, que se popularizou porque esteve no filme Blackboard Jungle, de 1955, conhecido no Brasil como Sementes da violência.

Outra grande questão desse período de surgimento do rock é que Elvis Presley não foi o “pai do rock”, como muitos acreditam. Esse cantor norte-americano não foi o “inventor” do rock, mas se tornou muito conhecido por ter sido um dos grandes nomes que o ajudou a popularizar-se tanto nos Estados Unidos como no mundo.

Outros cantores da década de 1950 também ficaram conhecidos como grandes nomes do surgimento do rock, e muitos deles tiveram vendas de discos superiores às de Elvis Presley no período. Cantores dessa época e que tiveram grande expressão durante o surgimento do rock foram: Fats Domino, Ray Charles, Jerry Lee Lewis, Little Richard, Chuck Berry etc.

Quanto ao termo “rock and roll”, não se sabe sua origem. Alguns sugerem que ela tem relação com o fato do rock, a princípio, ser um estilo dançante, e, por isso, a palavra rock, que significa “agitar” em inglês, teria sido usada na designação.

Outros sugerem que o termo é derivado de uma gíria entre os afro-americanos do período que a usavam com uma conotação sexual. Atualmente atribui-se a Alan Freed, um radialista norte-americano, o feito de ter usado o termo rock ‘n roll pela primeira vez. Ele fez isso em seu programa de rádio chamado Moondog Rock and Roll Party.

O rock então foi resultado dessa mistura da cultura afro-americana, manifestada no jazz e no rhythm and blues, com a cultura branca, manifestada no country and western. Seu surgimento aconteceu em um momento que a indústria cultural estava se estabelecendo, e o rock aproveitou-se bastante da divulgação que rádio e cinema fizeram dele na década de 1950.

A evolução do rock

O tal do rock’n’roll surge entre os anos 40 e 50 nos Estados Unidos, derivado de estilos como o blues e o R&B. De modo geral, o elemento predominante sempre foi a guitarra, mas o contrabaixo e a bateria também cumprem papéis essenciais em muitas bandas de rock.

Existem muitas histórias e significados para a expressão rock’n’roll: de modo geral, o rocking-and-rolling aparecia muito como uma gíria na comunidade negra para dançar ou para fazer relações sexuais.

Ou seja, um gênero frequentemente associado, de alguma forma, à rebeldia. Sexo, drogas e rock’n’roll. Ao longo da história, diversos estilos de rock foram surgindo até chegarmos na diversidade que temos hoje.

Anos 50

O rock começou com ícones do rhythm and blues, como Chuck Berry e Little Richard. Apesar disso, a indústria ainda era muito racista: quando o gênero começou a fazer sucesso, Sam Phillips, fundador de uma grande gravadora da época, afirmou que se encontrasse um branco com esse som negro e feel negro, ganharia um milhão de dólares. É daí que surge o “rei do rock”, Elvis Presley.

Seja no rockabilly do Elvis ou no som de Chuck Berry, não dá pra negar que não faltou música boa na década de 50.

Anos 60

Nos anos 60, o gênero começou a ser reconhecido com uma forma de contestação política, principalmente pelos jovens que não concordavam com as gerações mais velhas. São os chamados Anos Rebeldes, além de ser a década do incomparável festival de Woodstock.

Aparecem os Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan e Pink Floyd, grandes nomes do rock britânico; já nos Estado Unidos temos Jimi Hendrix, The Doors e Janis Joplin.

Aqui no Brasil rolava a Tropicália, movimento que revolucionou a MPB trazendo artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé e muitos outros.

Anos 70

Já na década seguinte, o rock dos anos 70 gerou vários movimentos. É aqui que surge o heavy metal, com nomes como Judas Priest e Black Sabbath.

O punk aparece com expoentes tipo Sex Pistols e Ramones. Se tem uma coisa que não faltou nessa época foram ídolos: Queen, David Bowie e muito mais.

Anos 80

Hard rock? Glam rock? Rock alternativo? Temos! A década de 80 nos trouxe muitos hinos de bandas como AC/DC, Metallica, Iron Maiden, Bon Jovi, R.E.M, Sonic Youth entre outros.

Como deu pra perceber, o rock dos anos 80 agradaram as mais diversas opiniões.

Anos 90

O que falar da década do Nirvana, Red Hot Chili Peppers, Megadeth e Green Day? Os anos 90 foram a cara do rock feito na garagem de casa, com sons caóticos e uma certa insatisfação com o mundo.

Do Oasis ao Cranberries, alguns dos músicos ainda fazem sucesso até hoje.

Anos 2000

O século XXI já começou com muita música boa pra todos os gostos: de Audioslave à The Strokes, a palavra de ordem é guitarra.

Ah, foi também a época das bandas emo, com bandas tipo o My Chemical Romance e seus clipes em tom deprê. Até parece pouquíssimo tempo atrás.

Grandes bandas de rock

O rock, como qualquer estilo musical, passou por grandes mudanças ao longo de sua existência. Além dos nomes citados que foram marcantes na sua origem na década de 1950, podemos listar outras grandes referências desse estilo, como:

  • The Beatles
  • The Rolling Stones
  • Sex Pistols
  • AC/DC
  • Queen
  • Janis Joplin
  • The Clash
  • Iron Maiden
  • Megadeth
  • Oasis

O Brasil também teve grandes bandas e cantores de rock desde que esse estilo chegou ao nosso país. Entre os nomes mais conhecidos, podemos destacar:

  • Raul Seixas
  • Os Mutantes
  • Titãs
  • Legião Urbana
  • Engenheiros do Havaí

Hinos para ouvir no Dia do Rock

O rock foi um gênero que mudou totalmente a história da música popular, botando muita gente pra desafiar o sistema, quebrar tudo e abusar do amplificador. Só de ler a história do estilo musical já deu vontade de ouvir, não é? Por isso, selecionamos alguns dos maiores clássicos do rock pra você relembrar os grandes sucessos do gênero. Confira aqui a super playlist da Rádio Esfera!

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