A cada quatro anos, vários países reúnem-se para celebrar uma grande festa do esporte mundial: a Olimpíada de Verão. Com origem e tradição grega, o evento tomou proporções mundiais no fim do século XIX por iniciativa do Barão de Coubertin, aristocrata francês. Esta é a 3ª parte do super artigo sobre a história dos Jogos Olímpicnike air max 90 futura realistic ass sex toy cowboys jersey ass sex toy custom hoodies cheap buffalo bills adidas mens shoes sale custom basketball nike air max 270 women’s sale sex toy shops nike air max women adidas store nike air max womens nfl plus team jerseys os. Caso ainda não tenha lido a 1ª parte e a 2ª parte você pode conferi-las aqui e aqui.

Um pouco sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016
A candidatura do Rio de Janeiro como cidade-sede dos Jogos Olímpicos 2016 foi oficializada em 2007, ao lado das cidades de Madri, na Espanha, Chicago, nos Estados Unidos, e Tóquio, no Japão. Para definir o local, o Comitê Olímpico Internacional (COI) levou em consideração a existência de instalações esportivas na cidade e os projetos de investimento na infraestrutura necessária para o evento.


Com a realização dos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro em 2007, a capital fluminense contou com a vantagem de já possuir um legado esportivo que poderia ser usado nas olimpíadas. O resultado da escolha do COI foi divulgado no dia 2 de outubro de 2009, em Copenhague, na Dinamarca.

Essa foi a primeira edição dos jogos realizada em uma cidade da América do Sul. Los Angeles, Cidade do México e Montreal são algumas das cidades da América do Norte que já receberam o evento. Para testar a estrutura dos jogos, o Comitê Organizador preparou 39 eventos-teste, que ocorreram entre agosto de 2015 e maio de 2016.
E a Rádio Esfera também fez parte desse momento único e memorável da nossa história, com uma equipe de 8 super DJs no Samsung Galaxy Studio, que mantiveram a vibe da experiência sempre em alta durante os 28 dias dos maiores eventos esportivos do planeta. Saiba mais aqui.

Investimento
Segundo informações da Autoridade Pública Olímpica (APO), os gastos com os jogos eram estimados em R$ 28,8 bilhões quando a candidatura foi lançada. Posteriormente o valor dos investimentos foram atualizados e passou dos R$ 40 bilhões. A cifra é maior do que o que foi gasto durante a Copa de 2014, mas é inferior aos R$ 65,3 bilhões investidos em Londres nas Olimpíadas de 2012.

Além das obras para os complexos onde os jogos foram realizados, investimentos também foram feitos em outras áreas. Foi necessária a criação de um plano de políticas públicas com obras para melhorar a infraestrutura urbana da cidade, como mobilidade.

A principal obra realizada para receber os jogos foi o Parque Olímpico, em Jacarepaguá. Com mais de um milhão de metros quadrados de área, os três pavilhões esportivos contam com espaço para 36 mil lugares. O Parque Olímpico foi responsável por abrigar 16 modalidades olímpicas e 9 paraolímpicas. Também foram construídos o Parque dos Atletas, o Campo de Golfe Olímpico, o Complexo Esportivo de Deodoro, além da reforma do Sambódromo para receber provas de tiro com arco e maratona.

Símbolos do Rio 2016
Acesa no dia 21 de abril de 2016, em Olímpia, na Grécia, a Tocha Olímpica dos jogos de 2016 foi conduzida durante cinco dias por cidades da Grécia até embarcar para o Brasil. No país-sede dos jogos, a tocha passou por mais de 300 cidades em todos os estados e no Distrito Federal.

O objeto que representa o espírito dos jogos foi inspirado na cidade do Rio Janeiro. Cinco segmentos ao longo da tocha abrem-se, expandindo o seu tamanho. A tocha mede 63,5 cm, mas pode chegar a 69 cm. As cores de cada segmento representam o céu, as montanhas, o mar e o chão.
A logo dos jogos traz três pessoas de mãos dadas, traduzindo o espírito de coletividade da competição. A imagem lembra também o Pão de Açúcar, um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro. A logo também faz referência ao coração e dá a impressão de estar em constante movimento.

Outro símbolo que representou os Jogos Olímpicos do Rio foi o mascote. Vinícius é um animal que nasceu da mistura de diversos bichos da fauna brasileira. O nome é inspirado no poeta e compositor Vinícius de Morais e foi escolhido pela população por meio de uma votação. Já Tom é o mascote das Paraolimpíadas, uma homenagem a Tom Jobim, ícone da Bossa Nova, e à fauna brasileira.

Números
A Olimpíada Rio 2016 contou com 41 esportes, incluído duas novidades: o golfe, que voltou a ser disputado depois de 112 anos, e o rúgbi, que não estava entre os jogos desde de 1924. Foram 306 provas diferentes, sendo 136 modalidades femininas e 161 masculinas, além de outras nove disputadas de forma mista. Veja abaixo todas as modalidades:

Durante o período o Rio de Janeiro recebeu mais de 10 mil atletas de 206 países. A maioria das disputas foram realizadas nas 32 arenas espalhadas pela cidade, com exceção do futebol, que também teve partidas nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo.
Confira mais alguns números desses Jogos:
- 41 esportes
- 37 arenas
- 206 países
- 306 provas diferentes
- 136 modalidades femininas
- 161 masculinas
Calendário
A cerimônia de abertura foi realizada no dia 5 de agosto e no Estádio Maracanã. No entanto, algumas competições já haviam iniciado. O futebol, por exemplo, começou no dia 3 de agosto. O encerramento aconteceu no dia 21 do mesmo mês.

Foram colocados a venda 7,5 milhões de ingressos para os 17 dias de jogos. Além de turistas de diversos estados brasileiros, o Rio de Janeiro também recebeu milhares de visitantes estrangeiros.

Participação do Brasil
O desempenho dos brasileiros nesta Olimpíada foi o melhor de toda a história do Brasil nos jogos. Terminando em 13º lugar no ranking geral, o Brasil conquistou 19 medalhas na competição: sete de ouro, seis de prata e seis de bronze.

Veja as medalhas do Brasil na Olimpíada 2016:
OURO:
- Atletismo: Thiago Braz (Salto com vara)
- Boxe: Robson Conceição (Categoria até 60 Kg)
- Judô: Rafaela Silva (Categoria até 57 Kg)
- Vela: Martine Grael e Kahena Kunze (Classe 49er FX)
- Vôlei de praia: Alison e Bruno Schmidt
- Vôlei Masculino
- Futebol Masculino
PRATA:
- Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz (Canoa individual (C1) 1.000m)
- Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz (Canoa individual (C1) 200m)
- Ginástica artística: Arthur Nory (Solo)
- Judô: Mayra Aguiar (Categoria até 78 Kg)
- Tiro esportivo: Felipe Wu (Pistola de ar 10m)
- Vôlei de praia: Ágatha e Bárbara
BRONZE:
- Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz (Canoa individual (C1) 200m)
- Ginástica artística: Arthur Nory (Solo)
- Judô: Mayra Aguiar (Categoria até 78 Kg)
- Judô: Rafael Silva (Categoria acima de 100 Kg)
- Maratona aquática: Poliana Okimoto
- Taekwondo: Maicon Andrade (Categoria acima de 80 Kg)

Classificação
Entre os países participantes o líder geral da Olimpíada 2016 foi os Estados Unidos, com 121 medalhas (46 ouro – 37 prata – 38 bronze). Em seguida veio a Grã-Bretanha, com 67 (27 ouro – 23 prata – 17 bronze), e a China, com 70 (26 ouro – 18 prata – 26 bronze).


Jogos Olímpicos de Inverno

Os Jogos Olímpicos de Inverno são um evento mais recente do que os Jogos Olímpicos de Verão, estes que sempre assistimos na televisão. Esse grande evento esportivo teve início em 1924, como “Semana Internacional dos Desportos de Inverno” e, após dois anos, em 1926, ganhou status de Jogos Olímpicos. Dois anos depois, ganhou o status de Jogos Olímpicos. Eles também ocorrem a cada quatro anos, mas são contemplados apenas esportes que envolvem gelo ou neve, tais como Biathlon, Curling, Hóquei no gelo, Esqui e Patinação.
Essa competição é disputada a cada quatro anos, no intervalo dos Jogos Olímpicos de Verão. Isso significa que a cada dois anos há uma edição de Jogos Olímpicos ocorrendo. A diferença é que, em uma dessas edições, são disputados apenas esportes que envolvem gelo ou neve.
A seguir, segue uma lista com os esportes que integram os Jogos Olímpicos de Inverno:

Biathlon – Prova em que o atleta caminha com esquis sobre a neve, parando em alguns momentos para atirar. Trata-se, portanto, de duas modalidades combinadas. São disputados, no total, dez categorias diferentes dessa prova: 10 km velocidade individual masculino, 10 km perseguição individual feminino, 12,5 km largada coletiva individual feminino, 12,5 perseguição individual masculino, 15 km individual feminino, 15 km largada coletiva individual masculino, 20 km individual masculino, revezamento 4×6 km feminino, revezamento 4×7,5 km masculino e 7,5 km velocidade individual feminino;

Bobsleigh – Prova em dupla ou coletiva, em grupo de quatro pessoas (feminina ou masculina) que descem uma pista de gelo em um carro que desliza por meio de lâminas, localizadas na sua parte inferior, de aparência semelhante a um trenó. As provas dessa modalidade são: quarteto masculino, dupla feminina e dupla masculina;

Bobsleigh Skeleton – Trata-se de uma prova individual em que o atleta empurra o seu carrinho (trenó) durante 25 metros, para impulsioná-lo. As provas são individual masculino e individual feminino;

Curling – Disputado em dois grupos de quatro pessoas, em que uma delas lança oito pedras de granito. O lançamento é intercalado entre as duas equipes. É vencedor o time que conseguir manter uma de suas peças mais próxima do alvo. Para acelerar ou retardar o movimento da peça deslizando no gelo, os outros atletas da equipe posicionam-se à frente da pedra e, com um equipamento próprio (uma espécie de vassoura), esfregam-no no gelo para reduzir o atrito e, portanto, aumentar a velocidade da peça, ou não o utilizam, na tentativa de aumentar o atrito e reduzir a velocidade;

Hóquei no gelo – Há um texto totalmente dedicado a esse esporte, mas, em poucas palavras, trata-se de uma disputa entre duas equipes que se movimentam sobre patins em uma pista de gelo. Cada um dos atletas usa um taco e o objetivo é acertar o disco no gol adversário;

Luge – Mais uma prova com trenó. Porém, nessa modalidade, o atleta deita no carrinho e o guia com movimentos de tronco e das pernas. A largada é feita na posição sentada e o movimento se inicia com o auxílio dos membros superiores. As provas são feminina e masculina, em duplas ou individuais;

Combinado nórdico – Prova que une salto e corrida, ambos com esqui. O atleta que conseguir a melhor marca no salto fica melhor posicionado para a saída na disputa de velocidade. As categorias são: 15 km individual, 7,5 km velocidade e revezamento de equipe 4×5 km;

Esqui estilo livre – Nessa prova o atleta deve descer esquiando uma pista que é construída em local que favoreça formações na neve a partir do movimento dos esquis. Para isso, ele deve executar a prova em menor tempo possível e realizar, durante o percurso, dois movimentos acrobáticos. Essa categoria é denominada de “molgus”, porque é esse o nome que se dá às formações na neve feitas com esqui. A outra categoria é a “aerials”, e se diferencia da anterior pelo seu percurso que contém de cinco a sete minirrampas, onde o atleta deve executar, no mínimo, dois saltos acrobáticos;

Esqui saltos – Cada atleta salta de uma plataforma, cujo objetivo é atingir a maior distância possível, levando em consideração também o estilo do salto. Cada atleta salta duas vezes. As provas são: Plataforma de 70 metros feminino, plataforma de 90 metros masculino e plataforma de 90 metros por equipe masculino;

Esqui Alpino – Essa prova é basicamente uma descida de montanha sobre esquis. Vence a prova quem desviar dos obstáculos e cumprir o percurso em menor tempo. As variações de categorias se dão em função dos obstáculos que são postos ou mais próximos, o que permite menor velocidade e maior habilidade, ou postos mais distantes uns dos outros, resultando em velocidades bastante altas;

Esqui Cross-Country – As provas variam em distâncias entre 7,5 km a 50 km. Dependendo da categoria, os atletas devem percorrer o trajeto com os esquis em paralelo (técnica clássica do cross-contry) ou com movimentos podem empurrar os esquis para trás e lateralmente;

Patinação Artística – Essa prova pode ser realizada individualmente ou em duplas. O objetivo é realizar uma coreografia sobre patins. Trata-se, portanto, de um esporte que une dança, patinação e música;

Patinação de velocidade sobre o gelo – Como o próprio nome diz, trata-se de uma prova de velocidade disputada em uma pista fechada. As provas podem ser contra o relógio ou de perseguição.
Seis fatos importantes da história das Olimpíadas
A seguir, elencamos seis fatos importantes que compõem a história desses jogos.

1) Fidípides e a origem da maratona
Na Grécia Antiga, o esporte estava intimamente vinculado à atividade militar. As modalidades atléticas que hoje vemos nos jogos modernos, em sua ampla maioria, derivam de atividades militares. Pois bem, uma das modalidades olímpicas mais conhecidas é a maratona, a corrida de longa distância. A maratona está inserida nos jogos Olímpicos modernos desde a primeira edição, realizada na cidade de Atenas, em 1896. A explicação para a existência desse esporte remete à famosa Batalha de Maratona, uma das tantas travadas entre gregos e persas na Primeira Guerra Greco-Persa, em 490 a.C.
Diz o historiador grego Heródoto que um guerreiro grego chamado Fidípides teria corrido uma distância de cerca de 200 km, em dois dias, de Atenas até Esparta. O objetivo era pedir ajuda a essa última para enfrentar os persas, que desembarcaram em Maratona – cidade próxima a Atenas – onde ocorreu a batalha. A prova de maratona faz uma homenagem a esse fato.

2) A determinação de Gabriela Andersen-Schiess
Em se tratando de maratona, uma das imagens mais marcantes de toda a história das Olimpíadas é a da maratonista suíça Gabriela Andersen-Schiess completando a prova nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. A prova realizou-se em 5 de agosto daquele ano. A primeira colocada foi a americana Joan Benoit Samuelson, que fez um tempo de 2h24 min. Seis atletas desistiram. Gabriela Andersen-Schiess foi a que mais se mostrou esgotada. Sem fôlego e com câimbras, a atleta suíça persistiu, lenta cambaleante, até o ponto de chegada. A imagem de sua determinação circulou o mundo e ainda hoje é símbolo do espírito olímpico.

3) Jesse Owens, o nazismo e o racismo
Uma das histórias mais interessantes das Olimpíadas é a de Jesse Owens (1913-1980), um velocista americano negro, do estado do Alabama, que viveu sua idade atlética na época em que imperava a segregação racial nos países do Sul dos EUA. Owens participou das Olimpíadas de Berlim, em 1936, na então Alemanha nazista, e conseguiu quatro medalhas de ouro nas modalidades de: 100 metros rasos, 200 metros rasos, 4×100 metros e salto em comprimento.
O desempenho de Owens impressionou muito os atletas e a torcida dos outros países, inclusive da Alemanha. Houve o boato de que Adolf Hitler teria se enfurecido pelo fato de um negro ter vencido os arianos e, portanto, sequer teria cumprimentado o atleta. Porém, Owens, em sua biografia, diz que acenou para o líder nazista e teve o aceno retribuído.
A questão é que o racismo não era algo restrito ao nazismo nessa época. Se o arianismo não via com bons olhos um negro ter excelente desempenho nos Jogos Olímpicos, o próprio país de Owens não lhe deu reconhecimento à época – o então presidente F. D. Roosevelt sequer lhe enviou um telegrama – e isso era o que mais o magoava.

4) John Carlos e Tommie Smith na Cidade do México
Outros velocistas negros americanos também entraram para a história nos anos 1960. John Carlos e Tommie Smith participaram das Olimpíadas de 1968, na Cidade do México, e conseguiram as medalhas de ouro (Smith) e bronze (Carlos) na mesma modalidade: 200 metros rasos. O segundo lugar ficou com o australiano Peter Norman.
Smith e Carlos, ao subirem ao pódio para receber as medalhas, fizeram-no sem os tênis e ergueram o braço com o punho vestido com uma luva negra, como faziam à época os membros do Movimento Black Power, nos EUA. Ambos queriam passar uma mensagem ao mundo sobre a necessidade da luta pelos direitos civis dos negros americanos e ambos foram punidos pelo Comitê Olímpico. O australiano também foi, já que apoiou o gesto dos colegas usando um distintivo do Projeto Olímpico pelos Direitos Humanos.

5) Tragédia em Munique
As Olimpíadas também foram marcadas por uma situação trágica. Em 1972, nos Jogos Olímpicos de Munique, membros do grupo terrorista palestino Setembro Negro entraram no Complexo Olímpico da cidade e sequestraram nove membros da delegação israelense. O objetivo do grupo era trocar os reféns por mais de 200 presos políticos ligados ao terrorismo internacional. As negociações com as autoridades alemãs tomaram o pior rumo possível. Na Base Aérea de Fürstenfeldbruck, os terroristas detonaram com granadas o helicóptero onde se encontravam os atletas israelenses, matando todos instantaneamente.

6) O primeiro atleta olímpico brasileiro a conquistar o ouro
Um dado importante e que pouca gente sabe é que o primeiro atleta olímpico brasileiro a conquistar uma medalha de ouro foi Guilherme Paraense, na prova de tiro com pistola rápida. O fato ocorreu nas Olimpíadas da Antuérpia (Bélgica), em 1920. Paraense, como o nome indica, era de Belém do Pará e integrante do exército brasileiro.
Continue acompanhando o nosso blog para conferir a quarta e última parte deste artigo aqui e também na nossa seção de Curiosidades.
